skip to Main Content

Valorizar as pessoas e não as coisas – Dia 4

Valorizar As Pessoas E Não As Coisas – Dia 4

Eu me sinto grata por estar com vida e segura com minha família. Confesso que fico preocupada com meus avós e minha mãe. Se esse é um tempo de nos aproximarmos de quem amamos, certamente preciso ligar para meu avô, eu visito ele cada vez que vou à Porto União, mas fazer ligação não é algo de costume, mas algo que deveria ser de praxe. Um tempo de reflexão sobre como precisamos valorizar as pessoas enquanto elas estão aqui para se sentirem amadas.

Receba dicas e conteúdos sobre gravidez, maternidade e criação de filhos. Compartilhando aprendemos mais

Penso também que não posso virar a louca da limpeza, mas posso aproveitar para colocar muitas coisas em ordem aqui em casa, a começar pelo quarto das crianças. Os brinquedos estão bagunçados, eles nem sequer sabem onde está o UNO para jogarmos. É uma situação de emergência doméstica, rs!

Separei as roupas do Cauê para doação e agora está mais fácil de algum brinquedo naquele quarto. O UNO não estava lá, e sim na mesinha deles que fica na sala. Ainda falta pegar a parte do guarda-roupa da Catarina para organizar e separar roupas para doação. Mas fiquei bem cansada então vou deixar isso para o próximo fim de semana. 

É incrível como a roupa seca rápido, a janela da sacada e todas as outras, claro estão abertas o dia inteiro e isso faz com que haja uma grande circulação de ar. Ontem tirei a roupa de cama, coloquei lavar para aproveitar esse clima, já estão secas e aguardando para serem passadas. 

Comecei a ler o livro A Última Flecha de Erwim McManus e também o Ah, se eu soubesse! do Gary Chapman, que aliás, tem inspirado vários posts para o blog que estava há algum tempo sem receber conteúdos originais, somente de assessoria de imprensa, o que é bom. Mas melhor mesmo é quando tenho tempo de escrever coisas que eu realmente acredito.

Fim de semana promete sol, quero ver deixar as crianças “trancadas” em casa, coloco o rosto para fora para sentir a brisa e pegar um pouquinho do sol. Sei da recomenda de não sairmos de casa e assim vamos nos manter.

As crianças de tarde trouxeram as caixas de LEGO para a sala e todos sentamos para brincar juntos. Diogo deu a ideia de construir um grande prédio, ele acredita que temos peças suficientes para alcançar o teto. Quando o prédio estava quase da altura dele, desabou! Até tirei foto da cara de frustrado dele, porque deu dó. Catarina chorou. Mas nós persistimos e mostramos para as crianças que é importante não desistir, mesmo quando a coisa é simples. Sorte nossa foi que tinha tirado várias fotos durante o processo de construção e isso nos permitiu remontar o prédio, porém bem mais reforçado.

À noite, nos reunimos na sala para assistir à pregação do Daniel sobre “Dias melhores… para conviver” Que oportuno! Nas férias temos tempo para convivência, mas é diferente, porque nas férias estamos preocupados em passear com as crianças, usufruir do lazer, fazer coisas diferentes com elas. Agora, os dias são de convivência em casa, da companhia e por isso mais intensos e sem reservas.

Post Series: Diário de uma mãe em quarentena

Sábado, dia 21 de março de 2020.

Back To Top