Uma vez ouvi falar que a gente ama os filhos igual e que não existe filho favorito. E eu fiquei pensando: será mesmo? Nasceu nosso primeiro filho e tudo era dele e para ele. Parecia que não iria caber outra criança em nossas vidas. Como eu poderia amar outra criança além dele? Impossível!

Chegou a nossa surpresinha, uma menina cativante e extremamente desejada pelo irmão mais velho. E agora?

E agora eu consigo compreender como é possível amar cada um na mesma intensidade. Eles têm que conviver com a divisão de atenção, de brinquedos, de comida, mas não de amor! O amor é algo mágico que simplesmente se multiplica e por isso acredito que cada um é amado na sua totalidade.

Ainda outro dia conversando com a mãe de um amiguinho do Cauê, comentando sobre esse assunto falei que a educação em princípios e em valores, são os mesmo para ambos. Contudo, às vezes ela é expressada de formas diferentes, pois eles são diferentes um do outro. O que funcionou com o Cauê às vezes não funciona com a Catarina, então o mesmo assunto requer criatividade e uma nova abordagem.

Hoje percebi claramente o quão forte e intenso é o amor materno, capaz de superar tantos obstáculos e se condoer à uma simples lágrima. Amor maior que esse, só do nosso Criador mesmo!

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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