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Oii… tudo bem por aí?

Galerinha toda pulando Carnaval? Eu nunca liguei muito e meu marido também, então pra gente nada muda. Nada mesmo, nem a programação da TV! hahaha … Isso porque ela fica muito mais tempo desligada ou então estão jogando vídeo game.

 

Mas enfim, hoje vim contar pra vocês como foi a chegada da pequena. Porque isso é uma grande dúvida e também de certa forma uma aflição e gera uma expectativa muito grande…

 

A primeira preocupação aparece quando temos que anunciar a gravidez para o irmão mais velho. Nossa estratégia foi conversar sobre a possibilidade remota de que a mamãe poderia estar grávida, assim, imaginamos como seria a nossa vida com a chegada de um bebê. Explicamos que para ter certeza a médica faria um exame na barriga da mamãe com um aparelho que se tivesse bebê, poderíamos vê-lo. Para nossa alegria, a reação foi super positiva. Ficou encantado com a gravidez e que era uma menina (Sim, tudo na primeira ultrassom – que foi com 13 semanas)

Nas consultas ele me acompanhou na maioria delas e sempre queria ver a mana na barriga da mamãe. Ficou em êxtase com os movimentos dela na minha barriga e quando ficou maior a barriga e que os incômodos surgiram, ele acalmava e cantava para a pequena.

 

Tudo isso é muito lindo quando o bebê ainda não está fisicamente com a família. Todo mundo com quem eu conversava que tinha dois filhos, explicava quais foram as técnicas que utilizaram ou que os pais não utilizaram… E também relatavam como foi a adaptação ao novo membro da família. Isso foi muito importante para nós para que lidássemos de uma forma mais tranquila com o Cauê.

 

Expliquei para ele sobre o parto, expliquei como funcionaria no dia do nascimento e ele entendia.

No dia do nascimento, Cauê não queria ir dormir na avó (como tínhamos combinado), queria ir para a maternidade e ver a irmã nascer. Expliquei que o hospital não permitia e blá blá blá… Irrelutante disse que queria ir junto. Ok. Como contei no relato do parto da Catarina fomos  dormir na minha sogra para garantir que ele ficasse em casa. Ainda bem que ela resolver vir na madrugada… hahaha.

 

Estavam todos ansiosos para conhecer a pequena e não viam a hora que chegasse o horário de visitas. Cauê, apesar da idade, permitiram entrar. Feliz!!! Queria beijar, abraçar, pegar… queria poder cuidar da mana desde aquele momento. Não quis ir embora da maternidade… e em cada horário de visita que ficamos no hospital foi assim.
Quando chegamos em casa, não tinha visitas, não tinha ninguém além de mim, da minha mãe e dos dois. Foi super tranquilo.

 

Ele é super carinhoso com ele e me ajuda bastante. Do jeitinho dele, consegue chamar a atenção dela e deixa ela calminha.

 

Não vou dizer que às vezes ele não tem seus ataques de birras e ciúmes. Tem. Mas não com ela, com os adultos, quer chamar a atenção deles. Normalmente isso acontece quando o adulto dá mais bola para a pequena, quer conversar com ela, pegar e etc… e esquecem dele. Se normalmente falam com ele primeiro, reage de maneira mais tranquila.
Comprei alguns brinquedinhos extras, de R$1,99 mesmo, para dar quando a visita só traz lembrança para mais nova. São coisas simples, mas ele fica feliz! 🙂

 

E assim estamos caminhando, aprendendo e nos adaptando as mudanças da vida.

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂





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