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Ressecamento vaginal no climatério precisa ser tratado

Hidratante vaginal é uma opção eficaz e traz resultados duradouros

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O ressecamento vaginal é uma das principais queixas nos consultórios médicos durante o climatério, fase transicional que antecede a menopausa. Nesta etapa, ocorre a diminuição da produção de estrogênio (hormônio), o que gera sintomas como irritação, desconforto, dor e sangramento durante as relações sexuais, que impactam diretamente na qualidade de vida. Segundo o Jornal Europeu de Obstetrícia & Ginecologia e Biologia Reprodutiva, estima-se que essa condição afeta entre 25% a 50% das mulheres.

No mercado, já estão disponíveis diversos procedimentos que buscam aliviar os incômodos.  O uso de hormônios locais, conhecidos como estrogênios tópicos, é eficaz, mas precisa ser avaliado por um profissional. A laserterapia é uma nova técnica que promete resolver esse distúrbio, com quatro a seis aplicações, e apresenta resultados duradouros. Popularmente conhecido, o lubrificante é a alternativa mais utilizada, mas não é considerado um tratamento. A substância tem ação momentânea no ato sexual, ao reduzir a fricção e contato, porém, não promove uma hidratação do local. Entre as opções, os hidratantes vaginais não hormonais manifestam efeitos significativos e de longa duração na melhora do ressecamento vaginal.  O método restaura, de forma natural, a umidade e combate os sintomas.

O Hidrafemme é o gel hidratante vaginal não hormonal da FQM, grupo farmacêutico que atua no Brasil desde 1932. Hidrafemme aumenta a hidratação vaginal, equilibra o pH da região íntima e ajuda na prevenção da infecção vaginal e urinária. Deve ser usado continuamente, ou quando houver necessidade, uma vez que não possui hormônio em sua fórmula, com aplicação duas vezes na semana, ou de acordo com a indicação do ginecologista. O produto pode ser encontrado nas principais farmácias brasileiras.

 

Saiba mais:  www.hidrafemme.com.br.

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