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Dor do crescimento: Já ouviu falar sobre isso?

Dor Do Crescimento: Já Ouviu Falar Sobre Isso?

Você sabia que crescer pode doer? Meu marido passou por isso! Ele cresceu muito rápido por volta do 14 anos, esticou. Sentia tanta dor que mal conseguia dormir de noite. Como isso aconteceu, sua pele também sentiu os reflexos, pois a elasticidade da pele não acompanhou o ritmo e ele ficou com estrias.

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Popularmente conhecida como ‘dor do crescimento’, a dor em membros é queixa comum no atendimento ambulatorial pediátrico e ortopédico. Ocorre predominante entre a faixa etária de 6 a 19 anos e corresponde a 15% das principais dores nas crianças. O dia 17 de outubro é o Dia Mundial Contra a Dor, a médica pediatra Denise Katz (CRM 63548-SP) alerta sobre a forma correta de tratar e minimizar essa dor que pode ser bastante desconfortável.

Saiba mais sobre a dor do crescimento

O crescimento da criança pode ser influenciado por alguns fatores, como a altura familiar, alimentação, doenças severas e estresse emocional. Nesse período, além de um pouco desajeitadas, as crianças podem sofrer com alguns efeitos nada confortáveis, como: dores atrás dos joelhos e coxas e dores nos membros inferiores, como a região da panturrilha.

Os especialistas associam esses sintomas à dor do crescimento e a definem como é uma dor noturna, súbita e não articular, que acorda a criança na idade pré-escolar e escolar e tem duração de 10 a 15 minutos. Seu inicio é comum no fim da tarde e noite, quando a musculatura relaxa. Em algumas situações, a dor é de forte intensidade, limitando a qualidade de vida nos aspectos físicos, emocionais, sociais e escolares.

“Em 90% dos casos, as dores nos membros não são orgânicas, assim como observado nas cefaleias e dores abdominais recorrentes. Por isso, é preciso ficar atento aos fatores que causam a dor, como: estresse, frio, atividade física excessiva e anormalidades ortopédicas e posturais. O diagnóstico da ‘dor do crescimento’ é efeito em avaliação médica por exclusão de outras doenças. E pode ser prevenida evitando situações de estresse e com o incentivo de práticas físicas de baixa intensidade. Para aliviar a dor, uma vez que ela já se faz presente, é recomendado o uso de analgésicos como Ibuprofeno”, explica a médica.

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