Você chega em casa depois da maternidade, e é aí que as coisas começam a acontecer. Você vai conhecer o seu filho e aprender a decifrar o que ele quer, afinal de contas, você é a mãe! Certo? Parece que é óbvio que porque nós parimos nosso filho devemos sair sabendo absolutamente tudo sobre eles. Enquanto a #MaternidadeReal não é bem assim! Eu lembro claramente do primeiro choro do Cauê quando chegamos em casa e eu fiquei atônita: eu era a mãe e não sabia dizer o que ele queria!

Conversando com algumas mães, percebi que não fui a única a deparar com esse momento. Nenhuma mãe gosta de ver seu filho chorando e não saber o que fazer, mas aprendi com eles, à medida que os dias iam passando. No começo ia por eliminação mesmo: fome, fralda, sono, colo, troca de posição. Se não resolvia, voltava e repetia o processo, até que aprendi a identificar.

O choro do bebê pode ser diferenciado!

E você vai pegar o jeito com o tempo e a convivência, fique tranquila!

  • Fome: é um choro mais desesperado, ininterrupto e até parece que o bebê vai morrer;
  • Cólica: é um choro mais sofrido, doído e também com alterações no semblante: com cara de dor, sabe? O bebê chora, toma um ar e chora novamente.

Claro que não é via de regra, mas talvez ajude a dar um direcionamento. Outro dia, conversando com amigos que foram pais recentemente, a gente brincou que qualquer que seja o problema, peito resolve! Brincadeira à parte, a convivência com o bebê vai fazer com que você se sinta mais segura em relação ao choro e como lidar com ele.

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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