A maternidade foi planejada e desejada por Deus quando disse para o primeiro casal se multiplicar e dominar sobre os seres que vivem na terra, céu e mar. A gestação é o fruto no ventre de um amor que brotou e vai nascer. O bebê, para vir ao mundo, passa por muito desconforto seja por sair do canal vaginal ou retirado do útero materno, ambos os momentos são chocantes.

O nascimento do bebê é aquele momento mágico, indescritível, surreal e único. Cada filho é especial e o primeiro contato é absurdamente marcante. A espera terminou e o bebê pode descansar nos braços da mãe.

Romântica? Até aqui pode parecer sim!

bebecolomae

Mas quando a gente chega em casa e o bebê começa a chorar, o seio começa a encher além do que o bebê da conta ou então o leite parece não descer. Mewww! Bate o desespero! Eu corri para a maternidade no dia seguinte do nascimento dos meus dois filhos.

Toda mãe enfrenta seus medos e inseguranças. Umas porque desejaram demais aquele ser e tem medo que alguma coisa de ruim possa acontecer com eles. Enquanto algumas ficam boladas com outras coisas.

Esses dias estava em um chá de bebê e reuniu a mulherada que já tem filho para falar de maternidade e até brinquei: Maternidade não é matemática, não é exata e nem óbvia!

Cada filho é um filho. Cada mãe é uma mãe. Cada pai é um pai.

Somos o que aprendemos a ser, por isso a música do Raul será eternizada porque o ser humano é uma metamorfose ambulante.

A maternidade não é romântica! Ela é linda e intensa, mas tem seus perrengues!!!

 

Contudo não é por causa dos perrengues que deixamos de amar e cuidar dos nossos filhos. Aprendemos com eles e seguimos em frente, até o próximo obstáculo que irá nos trazer novo aprendizado.

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂





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