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Empreendedorismo Materno – A Realização Das Mães

Empreendedorismo Materno – A realização das mães

Uma das coisas que as mulheres mais querem é encontrar seu lugar no mercado de trabalho. Para alcançar isso, temos nos dedicado aos estudos, faculdade, pós e mais especializações para conseguir sucesso e reconhecimento profissional. Ainda outro dia no Linked In, estava acompanhando uma debate sobre gravidez versus mercado de trabalho. E o que pude perceber é que as empresas brasileiras ainda precisam aprender a conviver com a mulher profissional e mãe.

Muitas mulheres que comentaram aquele post relataram terem sido discriminadas desde a entrevista, pois muitas vezes na entrevista são feitas perguntas como: “Você tem filhos?” “De que idade são seus filhos?” “Pretende ter filhos ou mais um?”, entre muitas outras, sendo fator eliminatório no processo seletivo pelo fato de terem crianças pequenas. Inclusive eu mesma já fui elimina num processo seletivo por ter filhos pequenos.

Se de um lado temos a empresa, por outro lado temos as leis que amparam a mulher. Temos direito a salário-maternidade, licença-maternidade, inclusive a falta ao trabalho com a apresentação de atestado médico do filho e o salário referente aquele dia não pode ser descontado. Temos ainda leis que amparam e asseguram a mulher a estabilidade profissional após o retorno da licença-maternidade. Sabe?

Abre parênteses: (Hoje o período de licença-maternidade obrigatório por lei é de 120 dias e/ou quatro meses. E isso não ajuda muito as mães que pretendem amamentar conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde, ou seja, exclusivamente durante os seis primeiros meses.

De que adiante o Ministério da Saúde fazer campanhas e mais campanhas de incentivo a amamentação, sendo que as leis do país não contribui. Está tramitando no Senado Federal um projeto de lei para ampliar a licença-maternidade para seis meses, vamos torcer por isso Brasil!) Fecha parênteses

Enquanto isso não se torna uma realidade muitas mães começam a traçar estratégias para poder aproveitar e acompanhar o crescimento e o desenvolvimento dos seus filhos. E essas ideias, postas em prática e que geram renda familiar chamamos de empreendedorismo materno.

O que é o Empreendedorismo Materno?

O empreendedorismo materno é a maneira que as mães encontraram de ter mais autonomia, controle de suas rotinas, com flexibilidade de horários e poder desfrutar de momentos ao lado dos seus filhos. Não está ligado única e exclusivamente a comercializar artigos de bebê e crianças e sim com realização na maternidade. 

As vantagens do empreendedorismo materno começa na amamentação, pois a mãe pode aproveitar da sua flexibilidade de horários para amamentar seu filho em livre demanda. Além de poder ver com seus próprios olhos o crescimento, os primeiros passos, acompanhar a alimentação do bebê, estar nas consultas, etc.

Isso dá muito mais tranquilidade e segurança à mãe e ao bebê, que sente tudo o que sua mãe sente. A mãe é a pessoa que o bebê mais tem vínculo, porque desde o ventre ele estava em contato com ela, então a segurança e a tranquilidade da mãe, interferem diretamente no bebê.

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Isso não quer dizer que em alguns momentos você não vá precisar de auxílio e de uma pessoa para te dar aquela mãe e ficar de olho no bebê. Aliás, é muito bom quando você tem a oportunidade de ter uma pessoa de confiança sob os seus olhos, não é mesmo?

Como funciona o empreendedorismo materno?

Quando estão com seus filhos em casa, muitas mulheres começam a matutar sobre o retorno ao trabalho, por mais que amem o que fazem, abrir mão de estar com os filhos é mais doído deixar eles aos cuidados de terceiros.

O empreendedorismo materno funciona como um casamento nessas condições. Você precisa descobrir dentro de si, algo que lhe dê prazer e que você possa ajudar as pessoas a solucionarem seus problemas a partir do seu serviço e/ou produto, como consequência, você ganha dinheiro.

  • Artesanato: crochê, tricô, pintura, papelaria, etc
  • Freelance: escrever, editar, planejar, diagramar, etc
  • Serviços on-line: marketing digital, criação de sites, coach, etc;
  • Cliente oculto: mas não tem trabalho sempre;
  • Vendas por catálogo: Natura, Avon, Boticário, Herbalife, L’aqua Di Fiori, etc.
  • Home office: Aqui no Brasil essa é uma política pouco adotada pelas empresa, mas fora, é bem comum.

 

Não tem como adivinhar se algo vai dar certo, mas uma coisa é certa: Quando você acredita no que você faz e se dedica com amor, vai dar certo. Assim é o empreendedorismo materno, não quer dizer que você não vai se arriscar, mas vai fazer algo que você se identifica ao mesmo tempo que ganha dinheiro e cuida dos seus filhos. 

 

O que vocês fariam, se pudessem empreender? E para quem já empreende, qual é a paixão de vocês? Comenta aí!

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey’s Anatomy!

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