Oiii…

O friozinho está quase congelante, mas daí a gente aproveita o sol para se aquecer e secar todas as roupas de inverno possíveis né!? 😉

Acho que é porque eu já tenho filhos, aliás, só pode ser por isso… hahaha… mas quando o assunto é parto, as que ainda não passaram pela experiência de dar a luz a um filho se achegam nas rodas das mamães e o papo logo surge…

Bacana é que nesses momentos descobrimos coisas que não sabíamos, coisas boas e ruins de ambos os tipos de parto – cesárea e normal.

Eu já defendi muito o parto normal e acredito que ele é uma das melhores experiências que uma mulher pode ter. Detalhe é que o nascimento dos meus dois filhos aconteceu de forma linda, planejada, desejada, consciente.

A minha perspectiva em relação a uma cesárea era receosa, contudo, consciente também, que se fosse necessário realizar o procedimento pela segurança dos meus filhos e da minha vida, sim, eu “estaria preparada”. Entre aspas porque é difícil descrever como seria a reação de um momento que eu não precisei passar.

Falando sinceramente, eu tinha e ainda tenho medo de cirurgias. Não simpatizo com a ideia de abrir todas as  camadas da pele e costurar tudo de novo. Aqui, me refiro a todo e qualquer tipo de cirurgia, inclusive uma cesárea.

Fui muito feliz porque as crianças ajudaram na hora de nascer, feliz que consegui ter ambos os partos da forma mais natural possível, do jeito que sonhei, e me sinto realmente abençoada por Deus que todas as coisas deram certo.

Não conheço o sentimento de planejar um parto normal e de última hora precisar realizar o procedimento cirúrgico. Desconheço também o sentimento que se passa na vida de uma mãe que opta por parto cesárea. Entendo todos os motivos e considero eles pautáveis.

Às vezes a preocupação excessiva atrapalha, as conversas ampliam medos, vídeos podem criar imagens detestáveis em nossa mente.

Penso que o mais importante de tudo é o nascimento. A mágica hora de segurar um filho nos braços. Tão mágica que é como se o tempo parasse. Nada mais importa naquele momento. Você finalmente tem o privilégio de conhecer aquele ser que você amou tanto na barriga, que vai fazer companhia todos os dias da sua vida, mesmo que ele more a distância. Aquele ser muda completamente você, sua visão, sua perspectiva, sua realidade, sua energia, seu sono, sua garra.

Conversar sobre parto é bom, sim. Contudo, só quem segurou um filho nos braços sabe que o tipo de parto pouco importa quando você tem ele pele à pele com você.

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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