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Cada criança tem seu jeitinho de ser, e tudo bem!

O que acontece quando uma criança se percebe diferente?

Com a ajuda de uma arraia e de outros seres marinhos, a escritora, psicopedagoga e pesquisadora das Infâncias Roselaine Pontes de Almeida explora a diversidade em “Tudo bem não ser igual”

Ao mesmo tempo enigmático e atraente, o fundo do mar costuma despertar a curiosidade das crianças. As cores, as ondas, os diferentes – e por vezes inusitados – seres que habitam os mares e oceanos. Tudo cria o ambiente ideal para dialogar com o público infantil sobre um tema cada vez mais presente na vida e na literatura: a diversidade.

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Assim nasce, pela parceria da escritora e psicopedagoga Roselaine Pontes de Almeida e a ilustradora Michelle Duarte, Tudo bem não ser igual – cada um é único e especial. Juntas, elas ajudam a responder a uma questão comum a muitas crianças: o que acontece quando eu me percebo diferente dos meus colegas e amigos?

A história parte de um dos seres mais emblemáticos das águas, a arraia. O peixe de cauda longa sai a passear e depara-se, na vasta imensidão, com uma enguia, um caracol, águas-vivas, anêmonas, uma tartaruga-marinha e, é claro, os cardumes de peixes coloridos.

De repente, olhou para si mesma, bastante desconfiada.
A arraia também era um peixe, mas com os outros não se parecia nada. (Tudo bem não ser igual, p. 14)

O semblante da protagonista logo denuncia o sentimento de tristeza e desânimo. Os amigos, então, percebem e vêm ao encontro dela para procurar entender seus motivos. E foi aí o espanto! Mal sabia ela qual a percepção que os colegas marinhos tinham sobre sua aparência e sua essência.

O acolhimento revelou-se como uma grata surpresa, levando os leitores a mergulharem em temas como aceitação, empatia e singularidade. Valores, aliás, presentes em muitas das obras da Saíra Editorial, que buscam sensibilizar e conscientizar o público infantil na construção de um mundo mais crítico e reflexivo.

 

Sinopse: O que acontece quando percebemos que somos diferentes dos outros? Ao se ver assim, a arraia sente uma mistura de emoções e chega a pensar que é inferior perto dos outros animais que vivem no mar. As características que marcam a diferença nem sempre são percebidas de forma positiva a princípio, mas a arraia fará uma importante descoberta que mudará para sempre a forma como ela vê a si mesma.

Sobre a autora: Roselaine Pontes de Almeida é uma paulista que adora criar e contar histórias. Pesquisadora, professora e mãe, atua intensamente com vários temas ligados às crianças e a suas infâncias. Tudo bem não ser igual – cada um é único e especial é seu livro de estreia como autora de literatura infantil.

 

Sobre a ilustrada: Michelle Duarte desenha desde bem criança. Sempre gostou muito de ler e de resenhar. Além de ilustradora, é professora de Educação Infantil da rede municipal de São Paulo. Tudo bem não ser igual – cada um é único e especial é o segundo trabalho de ilustração para a Saíra Editorial.

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@sairaeditorial
@roselainepontesdealmeida
@totalmenteamao

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