Se você é daquelas que já levou seu filho para a escolinha e sentiu um aperto no coração por deixa-lo lá, bem-vinda ao grupo!!! Certamente você também já deve ter pronunciado ou ouvido aquela frase “Trabalhar fora faz parte”, e por isso é normal ter esse suporte de centro educacionais para crianças de 0 a 6 anos. O que na verdade, muitas vezes é uma mão na roda, principalmente quando não se tem familiares por perto.

Há algum tempo escrevi relatando como foi a nossa adaptação quando a Catarina foi para a escolinha, que na verdade ela nem sentiu tanto essa separação. Quem sentiu mesmo foi eu, por exemplo, algumas vezes quando deixava ela na escola e virava a esquina tinha a sensação de ter esquecido ela lá. Era uma sensação muito estranha, mas que com o tempo foi passando.

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Quando pensamos sobre a vida de mãe, a escola é um ponto importante para nos auxiliar na rotina, e olha que nem estou falando da rotina que temos que ter com as crianças. Me refiro a nossa rotina, de levar para a escola, trabalhar, buscar, cuidar, amar, dar comida e banho, brincar, dormir.

Lá é um lugar espetacular que auxiliar no desenvolvimento deles. É incrível como eles aprendem e evoluem. A Catarina repete tudo que a gente fala: Show! Yes! Palavrinhas! Bom! Basicamente tudo que quiser ensinar ela pega rápido e sai repetindo com facilidade, mesmo que seja do jeitinho dela.

É muito bom também porque eles aprender a se relacionar com outras crianças da mesma idade, mais novas e mais velhas também. Aprendem a compartilhar, desenvolve a motricidade fina através das atividades realizadas pelas professoras.

Eles aprendem tanto a compartilhar que não dividem apenas os brinquedos. Vírus e bactérias também são distribuídas entre eles. (In)Felizmente é uma das maneiras de tornarem o seu sistema imunológico mais forte para combater esses pequenos intempéries da primeira infância. Os pediatras mesmo falam que até os dois anos de idade as crianças ainda estão desenvolvendo anticorpos que as ajudarão a lutar.

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Uma amiga minha comentou que foi no pediatra esses dias e que ele falou que é bem comum crianças, até os dois anos, ficarem doentes por causas virais pelo menos seis vezes em um ano. Acredita??? Basicamente a cada dois meses você estaria batendo na porta do pediatra! Claro que não é via de regra. Mas para muitas mães, é uma realidade!

Confesso que não gosto muito da existência dessa estatística. Porque na verdade, criança doente implica muita coisa: consultas e mais consultas, inclusive que podem ser repetidas na mesma semana, pelo mesmo assunto ou não. Remédios que podem dar certo ou não, que podem dar alergia ou não. Dinheiro! Mesmo que você consulte pelo SUS, muitas vezes não tem o medicamento indicado e você se obriga a comprar. Preciso lembrar das noites mal dormidas? Porque de certa forma nós nem conseguimos dormir direito mesmo, só de preocupação.

Uma outra amiga minha, mãe de um baby de 11 meses, que trabalha fora também e que a criança volta e meia fica doentinha, comentou que agora ela entendia porque Deus criou as mulheres para administrarem o lar. Faz total sentido quando a gente para pensar na nossa louca rotina: lavar, passar, cozinhar, dar banho, colocar roupa para secar, limpar a casa, fazer compras e tantas outras tarefas que o nosso dia-a-dia nos prende.

Deus nos criou para administrar o lar, apesar das feministas lutarem pelos “direitos iguais”, e caramba! Isso já é coisa para chuchu!!! Com nossos filhos debaixo da nossa supervisão: quando pequenos auxiliamos no desenvolvimento e criamos em um ambiente amoroso e seguro; na pré-escola auxiliamos na alfabetização e em seguida estamos do lado para ajudar nas tarefas e ficar de olho nas companhias e comportamentos.

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A modernidade nos presenteou com agendas cheias e não é à toa que as mulheres tendem a ser mais estressadas que os homens, estamos acumulando mais funções que podemos absorver. Em meio a essa insana rotina, muitas vezes temos que parar o mundo quando eles ficam doentes. Descemos do carrossel e nos dedicamos exclusivamente a eles. Bom? Legal? Não, longe disso!!! Sofremos com eles e torcemos para que não voltem a ficar caidinhos novamente.

Quando alguém me fala que trabalhar fora faz parte tenho que concordar, afinal de contas, vivo em tempos modernos. Se eu penso que os filhos ficariam melhores com suas mães em suas casas, sim, sempre vou achar isso!

Contudo, vivemos dias que se tornou necessária a presença feminina no mercado de trabalho, principalmente para equilibrar as finanças familiares. Essa geração que foi criada para não ser dependente de marido tem que conviver com a realidade acima todos os dias, para algumas o peso é maior enquanto para outras é tão bem administrado quanto uma bandeja por um garçom.

E para finalizar, para as crianças não ficarem tão resfriadas precisamos cuidar da imunidade mesmo, não tem jeito! Tentar dedicar o máximo de qualidade de tempo com eles e dobrar muito nossos joelhos para que Deus cuide, quando nós não podemos cuidar.

 

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂





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